Furacão John (2006)

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Furacão John
Categoria 4 (EFSS)
O furacão John em 31 de agosto de 2006.
Formação 28 de agosto de 2006
Dissipação 4 de setembro de 2006
Vento mais forte (1 min) 115 nós (213 km/h, 132 mph)
Pressão mais baixa 948 hPa (mbar) ou 711 mmHg
Danos $60,9 milhões de dólares (Valores em 2006)
Inflação $62 milhões de dólares (valores corrigidos em 2007)
Fatalidades 6 (diretas)
Áreas afetadas México (Guerrero, Michoacán, Baja California Sur); Estados Unidos (Arizona, Califórnia, Novo México, Texas)
Parte da
Temporada de furacões no Pacífico de 2006

O Furacão John foi o décimo primeiro ciclone tropical nomeado, o sétimo furacão e o quinto grande furacão da temporada de furacões no Pacífico de 2006. O furacão John formou-se em 28 de agosto de uma onda tropical ao sul do México. Condições favoráveis permitiram à tempestade se intensificar rapidamente e atingir o pico de intensidade com ventos constantes de 215 km/h em 30 de agosto. Ciclos de substituição da parede do olho e a interação com terra enfraqueceram o furacão e John fez landfall no sudeste de Baja California Sur com ventos constantes de 180 km/h em 1º de setembro. O furacão enfraqueceu-se lentamente assim que se movia para noroeste através da Península da Baixa Califórnia e dissipou-se em 4 de setembro. A umidade dos remanescentes da tempestade alcançou o sudoeste dos Estados Unidos.

O furacão ameaçou grandes porções da costa ocidental do México, resultando na retirada de dezenas de milhares de pessoas. Em porções costeiras do México, fortes ventos derrubaram árvores enquanto que as fortes chuvas causaram deslizamentos de terra. O furacão John causou danos moderados na Península da Baixa Califórnia, incluindo a destruição de mais de 200 casas e de milhares de frágeis cabanas. O furacão matou seis pessoas no México e os danos totalizaram em $663 milhões de pesos mexicanos ($60,8 milhões de dólares) (valores em 2006). No sudoeste dos Estados Unidos, a umidade dos remanescentes de John produziu chuvas fortes. As chuvas aliviaram as condições de estiagem em porções do norte do Texas, embora fosse prejudicial em locais que receberam chuvas acima do normal durante aquele ano.

História meteorológica

A trajetória de John.

A onda tropical que se tornaria o furacão John deixou a costa ocidental da África em 17 de agosto de 2006. A onda entrou na porção oriental do Oceano Pacífico em 24 de agosto e rapidamente mostrou sinais de organização. Naquela noite, as classificações Dvorak começaram sobre o sistema enquanto ele se localizava logo a oeste da Costa Rica,[1] e moveu-se para oeste-noroeste numa velocidade de 15 a 25 km/h.[2] As condições pareciam favoráveis a um maior desenvolvimento do sistema e as áreas de convecção aumentaram no final de 26 de agosto sobre a área de baixa pressão.[3][4] No começo da madrugada de 27 de agosto, o sistema ficou mais bem organizado a cerca de 400 km a sul-sudoeste da Guatemala,[5] embora as áreas de convecção continuassem mínimas.[6] No início da madrugada do dia seguinte, 28 de agosto, as bandas de chuvas começaram a aumentar dentro das áreas de convecção em organização e o sistema tornou-se a depressão tropical Onze-E.[7]

Devido aos fracos ventos de cisalhamento, às águas quentes e às grandes quantidades de umidade, foi previsto que o sistema iria se fortalecer firmemente e a depressão fortaleceu-se na tempestade tropical John no final de 28 de agosto.[7][8] As áreas de convecção profunda continuaram a se formar na tempestade,[9] enquanto que uma área semelhante a um olho formava-se dentro do centro denso nublado expandido.[10] A tempestade continuou a se intensificar e John tornou-se um furacão em 29 de agosto a cerca de 305 km ao sul-sudeste de Acapulco, México. As bandas de tempestade continuaram a aumentar na medida que o furacão deslocava-se para oeste-noroeste em torno da periferia sul de uma área de alta pressão de médios a altos níveis sobre o norte do México.[11] O furacão sofreu rápida intensificação e John tornou-se um grande furacão apenas 12 horas após ter atingido o status de um furacão.[1] Pouco depois, o olho ficou obscurecido e a intensidade manteve-se em 185 km/h devido a um ciclo de substituição da parede do olho.[12] Outro olho formou-se e,[13] baseado em dados de aviões de reconhecimento, o fenômeno tornou-se um furacão de categoria 4 na escala de furacões de Saffir-Simpson em 30 de agosto a cerca de 260 km a oeste de Acapulco, ou 155 km ao sul de Lázaro Cárdenas, México.[14] Horas depois, o furacão sofreu outro ciclo de substituição da parede do olho,[15] e logo depois enfraqueceu-se num furacão de categoria 3 a medida que movia-se paralelamente a uma curta distância da costa.[16]

O furacão John enquanto se fortalecia rapidamente na costa sul do México.

Devido a interação com a terra e ao seu ciclo de reposição da parede do olho, o furacão John enfraqueceu-se num furacão com ventos constantes de 170 km/h no final de 31 de agosto,[1] mas voltou a se fortalecer assim que seu olho ficou mais bem definido.[17] Após completar outro ciclo de substituição da parede do olho, o fenômeno enfraqueceu-se novamente num furacão de categoria 2,[18] e em 1º de setembro, o furacão fez landfall em Cabo del Este, no extremo sul da Península da Baixa Califórnia com ventos constantes de 180 km/h.[19] John passou perto da cidade de La Paz como um furacão de categoria 1 em enfraquecimento no dia 2 de setembro,[1] e o sistema enfraqueceu-se numa tempestade tropical sobre a terra logo depois.[20] John continuou a se enfraquecer e no final de 3 de setembro o sistema foi rebaixado a uma depressão tropical enquanto ainda estava sobre a terra firme.[21] Em 4 de setembro, a maior parte das áreas de convecção separaram-se da circulação do sistema em direção ao México e uma circulação clara do sistema não era discernível por 24 horas. Baseado na desorganização do sistema, o Centro Nacional de Furacões emitiu na manhã daquele dia seu último aviso sobre o fenômeno.[22]

Preparativos

O Exército Mexicano e os serviços de emergência ficaram postos em alerta perto da costa, enquanto que as aulas nas escolas públicas de Acapulco e no seu entorno foram canceladas. As autoridades em Acapulco avisaram os moradores de áreas baixas a estarem em alerta e também pediram aos pescadores o retorno destes para a costa. As autoridades nas cidades resortes gêmeas de Ixtapa e Zihuatanejo fecharam o porto para pequenas embarcações oceânicas.[23] As autoridades governamentais de Jalisco declararam uma evacuação obrigatória de 8.000 pessoas de áreas baixas para 900 abrigos temporários, que também foram montados perto de Acapulco.[24] O estado mexicano de Michoacán estava em alerta amarelo, um nível intermediário dentre cinco alertas de emergência.[25] Uma empresa de navios de cruzeiro desviou um de seus navios para longe da rota do furacão.[26]

Em 31 de agosto, o governo do estado de Baja California Sur ordenou a evacuação de mais de 10.000 residentes. Aqueles que se recusaram a seguir a ordem de evacuação teriam sido forçados pelo exército. Abrigos foram montados para permitir que moradores locais e turistas se refugiassem da tempestade.[27] Somente algumas semanas depois de uma grande enchente na área, as autoridades retiraram centenas de cidadãos em Las Presas, no norte do México, localidade que fica próxima a uma barragem. Todas as escolas públicas foram fechadas.[28]

Nos Estados Unidos, o Serviço Nacional de Meteorologia emitiu alertas e avisos de enchentes para algumas regiões do Texas e para dois terços do Novo México.[29]

Impactos

México

Os fortes ventos do furacão John causaram ondas fortes e derrubaram árvores próximo a Acapulco. Lá, o furacão produziu uma maré ciclônica de 3 metros de altura que inundou algumas rodovias litorâneas.[1] Além disso, John causou chuvas fortes ao longo da costa ocidental do México, chegando a 317,5 mm em Los Planes, Jalisco.[1] O temporal provocou deslizamentos de terra na região de Costa Chica, no estado de Guerrero, deixando cerca de 701 comunidades isoladas.[30]

Em La Paz, capital do estado de Baja California Sur, o furacão derrubou cerca de 40 postes de eletricidade. As autoridades cortaram o fornecimento elétrico para evitar eletrocutações em cabos de alta tensão caídos. Os fortes ventos derrubaram árvores e destruíram placas de trânsito e de publicidade.[31] As chuvas fortes chegaram a mais de 500 mm em áreas isoladas,[29] resultando em enchentes que fecharam muitas rodovias e o Aeroporto Internacional Manuel Márquez de León, localizado em La Paz.[31] Nessa cidade, cerca de 300 residências foram danificadas e 200 famílias ficaram desabrigadas após suas casas serem totalmente destruídas.[32] A combinação dos ventos e das chuvas fortes destruíram milhares de casas frágeis naquela região. O temporal também danificou muitas plantações e destruiu vários silos.[33] As chuvas fortes causaram o transbordamento da Barragem de Iguagil, em Comondú, deixando 15 cidades isoladas devido às enchentes, cujo nível de água chegou a atingir 1,5 m de altura.[34] Na cidade costeira de Mulegé, as enchentes de curta duração causaram danos generalizados sobre a cidade e a morte de uma pessoa. Mais de 250 casas foram danificadas ou totalmente destruídas, deixando muitas pessoas desabrigadas.[32] Várias enchentes bloquearam trechos da Carretera Federal 1 e também causaram danos num aqueduto da região.[35]

No geral, o furacão John causou a destruição de centenas de casas e deixou outras 160 destelhadas na Península da Baixa Califórnia.[36] Seis pessoas morreram e os danos no México totalizaram 663 milhões de pesos mexicanos, o equivalente a 60,8 milhões de dólares em valores de 2006.[37] Em Ciudad Juárez, Chihuahua, as chuvas alagaram vinte comunidades, derrubaram postes de eletricidade e causaram vários acidentes de trânsito.[29] As chuvas de John, combinadas com a precipitação continuada nas duas semanas anteriores, deixaram milhares de pessoas desabrigadas.[38]

Estados Unidos

A umidade remanescente de John sobre o sudoeste dos Estados Unidos

A umidade remanescente de John, combinada com uma frente fria em aproximação, resultou em quantidades moderadas de chuvas sobre o sudoeste dos Estados Unidos. No Texas, a precipitação acumulada chegou a 75 mm em El Paso e a 200 mm em Whitharral.[39] As chuvas inundaram muitas rodovias no sudoeste do estado,[29] incluindo um trecho de aproximadamente 800 metros da Interstate 10 em El Paso.[40] A pista escorregadia no Aeroporto Internacional de El Paso causou a derrapagem de um jato da Continental Airlines para fora da pista.[29] A tempestade de John em El Paso, associada com um ano úmido anormal, fez com que 2006 tivesse níveis pluviométricos duas vezes maior que o esperado, tornado este ano o nono mais chuvoso da história na cidade.[41] Só naquela localidade, os danos causados pelas chuvas fortes totalizaram cerca de $100.000 dólares (valores em 2006) de prejuízo.[42] No norte do Texas, as chuvas aliviaram uma severa seca,[28] deixaram o rio Double Mountain Fork Brazos mais caudaloso e causaram o transbordamento do lago Alan Henry.[43] O Departamento de Transportes do Texas fechou inúmeras rodovias devido às enchentes causadas pelas chuvas, incluindo um trecho da U.S. Route 385 próximo a Levelland. Várias outras rodovias foram danificadas devido às enxurradas.[39]

A umidade derivada de John também produziu chuvas sobre o sul do Novo México, chegando a 133 mm na vila de Ruidoso. A tempestade provocou o transbordamento de rios, forçando a retirada de pessoas ao longo do rio Ruidoso.[44] As chuvas também causaram alagamentos isolados em algumas rodovias.[29] O mau tempo no Novo México cancelou um festival de vinhos em Las Cruces e deixou um evento de corrida de cavalos em Ruidoso Downs em condições lamacentas.[45] As enchentes foram severas em Mesquite, Hatch e Rincon, onde muitas residências sofreram alagamentos com o nível de água atingindo até 1,5 m, além de muita lama.[46] Alguns proprietários perderam tudo.[47] A umidade tropical remanescente de John também produziu chuvas no sul da Califórnia e no Arizona.[29] Na Califórnia, o temporal provocou oito deslizamentos de terra que danificaram 19 veículos, mas não houve feridos.[48]

Após a tempestade

Os escritórios locais da Cruz Vermelha nos estados mexicanos de Guerrero, Oaxaca e Michoacán foram postos em alerta. Equipes de resposta da Organização Nacional de Emergência do México também foram postos em estado de alerta para ajudar as áreas mais afetadas.[30] Helicópteros da marinha entregaram alimentos e água para áreas remotas da Península da Baixa Califórnia.[33] A Cruz Vermelha mexicana despachou mais de 2.000 pacotes de alimentos para as comunidades do extremo sul de Baja California Sur.[49] Na cidade de Mulegé, o suprimento de gás, que era necessário para o funcionamento dos geradores, estava escasso. Não havia água potável e a pista do aeroporto local estava coberta com lama. Inicialmente, muitos desabrigados ficaram em casa de amigos ou em abrigos provisórios montados pelo governo.[32] Por toda a Península da Baixa Califórnia, milhares de pessoas continuavam sem água ou eletricidade por dois dias após a tempestade.[35] Pilotos de aviões, por conta própria, levaram água para os necessitados.[32] O Diretor de Turismo de Baja California Sur disse que os danos na infra-estrutura turística no estado foram mínimos, com apenas pequenos atrasos em aeroportos, rodovias e instalações marítimas.[50] A Episcopal Relief and Development entregou alimentos, roupas, medicamentos e transporte para cerca de 100 famílias e colchões para outras 80.[38] Muitos moradores de Tucson, incluindo mais de 50 estudantes, entregaram suprimentos para as vítimas de enchentes no Novo México, incluindo roupas e outras doações.[47]

Apesar dos danos provocados em 2006, o nome "John" não foi retirado da lista de possíveis nomes para ciclones tropicais. Assim sendo, o nome será reutilizado na temporada de furacões no Pacífico de 2012.[51]

Ver também

Referências

  1. a b c d e f Richard J. Pasch (2006). «Hurricane John Tropical Cyclone Report» (PDF). National Hurricane Center (em inglês). Consultado em 15 de novembro de 2006 
  2. Roberts/Beven (2006). «August 26 Tropical Weather Outlook». NHC (em inglês). Consultado em 30 de agosto de 2006 
  3. Mainelli/Knabb (2006). «August 26 Tropical Weather Outlook (2)». NHC (em inglês). Consultado em 30 de agosto de 2006 
  4. Blake/Stewart (2006). «August 26 Tropical Weather Outlook (3)». NHC (em inglês). Consultado em 30 de agosto de 2006 
  5. Roberts/Pasch (2006). «August 27 Tropical Weather Outlook». NHC (em inglês). Consultado em 30 de agosto de 2006 
  6. Blake/Rhome/Franklin (2006). «August 27 Tropical Weather Outlook (2)». NHC (em inglês). Consultado em 30 de agosto de 2006 
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  51. «Regional Association IV; North America, Central America and the Caribbean; Hurricane Operational Plan» (PDF) (em inglês). Consultado em 6 de outubro de 2011 

Ligações externas

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